domingo, 10 de janeiro de 2010

Magnetoterapia




Reconhecida pela FDA (Food and Drug Administration) e recomendada pela OMS (Organização Mundial da Saúde), a Magnetoterapia é a ciência e a arte do tratamento através de ímanes.
Trata-se de um sistema natural de tratamento, baseado na aplicação externa de ímanes.
A técnica segue os princípios e leis do electromagnetismo universal, pois os ímans têm como característica a capacidade de alterar qualquer tipo de circuito electromagnético presente na natureza, incluindo o corpo humano.
O corpo é estimulado através de constantes e rápidas descargas eléctricas (não sentidas e indolores) que vão actuar no corpo humano, nas zonas com algum distúrbio, alterando a sua fisiologia e harmonizando os impulsos dos nervos.
O recurso a esta técnica tem com principais benefícios:
• Aumento da capacidade respiratória;
• Correcção da pressão do sangue;
• Prevenção de enfarte e derrame cerebral;
• Imunização do corpo humano contra certas doenças;
• Aumento das secreções vitalizadas das glândulas;
• Eliminação do cansaço físico e mental;
• Alívio da rigidez dos músculos;
• Combate de dores em geral.



Joana Oliveira

sábado, 9 de janeiro de 2010

Arte Terapia

"Arte é a expressão mais pura que há para a demonstração do inconsciente de cada um. É a liberdade de expressão, é sensibilidade, criatividade, é vida" (Jung, 1920)

A Arte-Terapia é um tipo de psicoterapia que utiliza a expressão artística como instrumento terapêutico: cantar, dançar, desenhar, pintar, esculpir, recitar, representar e escrever. A Arte terapia tem como principal objectivo actuar como um catalisador, favorecendo o processo terapêutico, de forma que o indivíduo entre em contacto com conteúdos internos e muitas vezes inconscientes, normalmente barrados por algum motivo, assim expressando sentimentos e atitudes até então desconhecidos.

Como pode ajudar a Arte-Terapia ?

- Facilitando a expressão de sentimentos difíceis de verbalizar;
- Estimulando a imaginação e a criatividade;
- Aumentando a auto-estima e a confiança;
- Desenvolvendo hábitos saudáveis;
- Identificando sentimentos e bloqueios na expressão emocional/afectiva e no crescimento;
- Abrindo canais de comunicação;
- Tornando a expressão verbal mais acessível.

A Arte-Terapia oferece um grande campo de acção terapêutica e pode ser utilizada nos seguintes casos :

- depressão;
- stress pós-traumático (após um acidente, doença grave, aborto, parto, etc.);
- perturbações da personalidade;
- ansiedade e fobias;
- dependências químicas, como álcool e drogas;
- distúrbios alimentares como a anorexia e a bulimia;
- crises existênciais resultantes de divórcios, luto, mudança profissional, de país ou de região;
- procura voluntária de conhecimento de si mesmo ou de desenvolvimento pessoal.

Raquel Saraiva

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Fitoterapia


Desde tempos idos que o homem desenvolve o conhecimento e a utilização das virtudes das plantas. Ao conhecimento das plantas e respectivas aplicações tera¬pêuticas dá-se o nome de fitoterapia.
A fitoterapia é um método terapêutico que utiliza as plantas, mais exactamente, a parte activa das plantas. A sua origem é conhecida desde tempos remotos. As plantas foram durante muito tempo o único tratamento posto pela natureza ao serviço do homem. Este método terapêutico é ainda muito utilizado na China. No Ocidente o uso das plantas caiu em desuso, no entanto, nos últimos tempos volta-se a verificar um crescente interesse nestes medicamentos. Isto deve-se aos avanços que se verificaram na sua obtenção e modo de utilização, sendo estes cada vez mais científicos e menos empíricos.
O seu papel é propor tratamentos para manutenção da saúde, cuja acção mais suave ajudará a prevenir as doenças e a tratar os problemas crónicos, tais como, a artrose ou insónia, por exemplo. Assim, a fitoterapia age em profundidade, sem agredir o organismo e estimulando as defesas. O resultado é uma acção eficaz, duradoura e sobretudo desprovida de efeitos secundários.
A eficácia dos medicamentos de fitoterapia assenta antes de mais na escolha das plantas que entram na sua composição e sobretudo em saber escolher com a maior precisão qual a parte mais activa da planta. Na parte activa da planta encontram-se substâncias em quantidades muito baixas que conferem as propriedades terapêuticas. É necessário fazer a extracção destas substâncias e concentrá-las com vista a obter o efeito terapêutico desejado.
Há uma grande quantidade de plantas medicinais, em todas as partes do mundo, utilizadas há milhares de anos para o tratamento de doenças, através de mecanismos na maioria das vezes desconhecidos. O estudo desses mecanismos e o isolamento do princípio activo (a substância ou conjunto delas que é responsável pelos efeitos terapêuticos) da planta é uma das principais prioridades da farmacologia.
Enquanto o princípio activo não é isolado, as plantas medicinais são utilizadas de forma caseira, principalmente através de chás, ou de forma industrializada, com extracto homogéneo da planta.
Ao contrário da crença popular, o uso de plantas medicinais não é isento de risco. Além do princípio activo terapêutico, a mesma planta pode conter outras substâncias tóxicas, a grande quantidade de substâncias diferentes pode induzir a uma reacção alérgica, pode haver contaminação por agro tóxicos ou por metais pesados e interacção com outras medicações, levando a danos à saúde e até predisposição para o cancro.
Além disso, todo princípio activo terapêutico é benéfico dentro de um intervalo de quantidade – abaixo dessa quantidade, é inócuo e acima disso passa a ser tóxico.

Tiago Martins

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

sábado, 12 de dezembro de 2009

Cartões de visita

No passado dia 10 de Dezembro o nosso grupo teve de realizar uma apresentação onde expôs todo o trabalho desenvolvido ao longo deste 1º periodo. Um dos aspectos fundamentais na nossa apresentação foi o blog dado o elevado número de visitantes e os comentários positivos que temos vindo a receber. Por isso, desde já agradecemos a vós visitantes e amigos que nos têm ajudado neste projecto através de opiniões e ideias ou por incentivos. Sentimo-nos por outro lado honrados pela ajuda disponibilizada por alguns especialistas desta área.
Visto ser importante a divulgação do nosso projecto criamos um cartão de visita com o nosso contacto, solicitamos então a todos os visitantes que nos ajudem nesta tarefa e difundam o nosso blog.

Um obrigada a todos,
Grupo nº2 do 12ºF

sábado, 5 de dezembro de 2009

Homeopatia

Samuel Hahnemann foi um médico do séc. XVIII (1755 - 1843) que insatisfeito com a imprecisão e a ineficácia dos remédios da sua época, decide começar a fazer experiências acabando por criar a homeopatia. Esta baseia-se em dois princípios; o da similitude que diz que para curar uma doença, é necessário dar ao doente um remédio que, quando administrado num indivíduo saudável lhe provocaria os sintomas dessa doença. E o principio da diluição infinitesimal que diz que quanto mais diluída for a substância maior eficácia tem.
A homeopatia baseia-se no principio de que aquilo que provoca a doença também a cura ou na teoria de que o semelhante cura o semelhante. Assim usa doses mínimas de substâncias (as quais em doses normais provocariam doença - sintomas desta) para curar essa doença . As doses usadas são tão baixas que há quem diga que já não existe qualquer partícula dessa substância no medicamento final mas o que se verifica é que ele mesmo assim é eficaz e a atestar isso está a forte expansão e reconhecimento que homeopatia está a ter em todo o lado.
Seja como for a homeopatia baseia-se no facto de que basta mostrar ao corpo uma determinada substância para estimular nele as suas defesas contra essa doença sendo assim ideal para todas as pessoas que não se querem sujeitar à toma de medicamentos farmacêuticos ou que não os podem tomar devido aos seus efeitos colaterais.


João Duarte

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Osteopatia



Osteopatia é uma medicina não convencional, que usa técnicas manuais para diagnosticar e tratar uma grande variedade de problemas de saúde.
A osteopatia deriva das palavras gregas (osteon) osso e (pathos) doença. A origem desta forma de medicina complementar data do século XIX e teve a sua criação no trabalho de investigação do médico norte-americano Andrew Taylor Still (1828-1917) que em 1874 estabelece a relação entre a alteração estrutural (músculo-esquelética) e o resto do corpo como elemento chave na saúde.
“ Esta alternativa assenta em princípios básicos:
1. O corpo é uma unidade
2. Inter-relação necessária entre estrutura e função
3. O corpo possui os seus próprios mecanismos reguladores
4. O corpo possui a capacidade inerente para se defender e curar.
5. Quando o funcionamento normal é perturbado ou quando as condições do meio ambiente superam a capacidade que o corpo tem de se auto-manter, pode surgir a patologia.
6. O movimento dos fluidos corporais é essencial para a manutenção da saúde.
7. Os nervos contribuem decisivamente para o controlo desse movimento
8. Existem componentes somáticas, que não são somente manifestações da patologia, mas representam igualmente factores para que a mesma patologia se mantenha ou prolongue.”

Então, o princípio básico será afinal permitir ao corpo que funcione como uma unidade composta de diferentes partes móveis. Todas as partes do corpo funcionam juntas de uma forma integrada. Se uma das partes está limitada, as restantes deverão sofrer adaptações e compensações, levando à inflamação, à dor, à rigidez e a outros problemas de saúde.
Os maiores problemas incidem normalmente na coluna vertebral, onde o osteopata tem um papel muito importante, uma vez que é o único especialista que consegue, através das mãos e sem cirurgia, recolocar as vértebras na sua verdadeira posição.
O tratamento osteopático influencia o funcionamento fisiológico do corpo humano ao tratar músculos, articulações e fásciais. Melhora a circulação, a função do sistema nervoso e imunológico, a digestão e a respiração.
A melhor opção é recorrer a um osteopata profissional, que, através do recurso à manipulação óssea e manipulação de tecidos moles coloca as articulações na sua posição nos locais certos, reequilibrando e melhorando a postura do paciente.
Assim que os ossos se encontram na sua posição, os movimentos começam a ser mais soltos e a circulação irá começar a ser feita de uma maneira mais sã, com o fluxo de líquidos a ser drenado, e não acumulado.
Para evitar situações indesejadas, a altura ideal para tratar destes problemas é no princípio, quando começam as primeiras dores, para que a resolução muito mais simples e eficaz.

Viviana Ribeiro